Com vocês, os personagens!
Eis as respectivas apresentações dos integrantes deste "Web-Sítio de tranqueiras".

:: Seu Noêmio
Um Ser bem bacana, simpático, agradável e nem um pouco convencido como podem notar. Iniciou sua jornada rumo aos confins da nerdisse aos 14 anos de idade, quando foi apresentado por um amigão da escola a edição da morte do Super-Homem. Tudo bem que não foi o melhor dos começos, mas só sei que foi assim. Com 16, se inscreveu em um curso de história em quadrinhos, sendo catequizado, moldado e assim absorvendo a todo tipo de cultura útil e inútil possível.

:: Morphosis
Sarcástico, irônico, totalmente sem noção e outras coisinhas mais podem descrever essa criatura. Perceber quando ele está falando sério e quando está brincando é algo bem difícil, o que volta e meia acaba gerando algum tipo de confusão ou mal-entendido. Possui uma mania bem besta: Fala tudo e qualquer coisa que lhe vem a cabeça, o que faz com que acontecam diversas "perolas". Viciado em games e cultura pop em geral está sempre disposto a falar sobre qualquer assunto, menos aqueles que ele não quer falar.

:: O Cara da programação
Afinal de contas, quem é esse Cara?! Olha, saber mesmo, mesmo, ninguém sabe ao certo, o que se sabe é que ele vive num cafofo, lá embaixo das instalações da PN. Um lugar misterioso e coberto por uma penumbra de fumaça de seu cigarro constantemente aceso. Ah, não posso esquecer de mencionar sobre sua loucura por café. Sim, ele tem um problema sério com café. Comenta-se que uma vez ao mês ele aparece misteriosamente no café de seu amigo, o Xera. Mas ninguém vê ele realmente saindo do cafofo. Oo

:: O Betta
Um peixe que torna o Pontonerd uma constante área de testes. Testa a nossa paciência, isso sim. Manja aquele jovem “lagarto” que apresentava um programa totalmente insólito na série da Família Dinossauro - ele colocava a cabeça na boca de um canhão e fazia uma pergunta totalmente imbecil: - Será que isso é realmente seguro? Logo depois que ele dizia disso, BOOM! O canhão estourava a cabeça do jovem dinossauro. E com a deixa todos gritavam: - Vamos precisar de outro Dime!

Pois é, não digo que seja necessariamente nessa mesma ordem, mas esse peixe faz algo similar e não é culpa dele não. Nós que o enfiamos nas enrascadas, digo, nos testes, sim, sim, nos testes. Mas temos a obrigação de assegurá-los que ele se sai sempre bem. Oh peixinho danado!  
 

 






 

 
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